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Plantas Daninhas
A distribuição das espécies de plantas daninhas está ligada a fatores edáfico-climáticos semelhantemente ao que ocorre com as espécies cultivadas. A principal diferença é que as plantas daninhas geralmente apresentam elevada produção de diásporos, dotados de capacidade de disseminação em curtas e longas distâncias, em larga faixa de condições ambientais e por longo período de tempo; diásporos com capacidade de dormência; estruturas de reprodução com elevada longevidade; desuniformidade no processo de germinação, florescimento, frutificação, brotação de gemas em tubérculos, bulbos ou rizomas; rápido crescimento vegetativo e florescimento; produção de estruturas reprodutivas alternativas; plantas autocompatíveis, mas não totalmente autógamas ou apomíticas; quando alógamas, utilizam também os agentes de polinização não específicos, como o vento; utilização de processos especiais de competição, como alelopatia e hábito trepador; quando perenes apresentam vigorosa reprodução vegetativa ou regeneração de fragmentos e fragilidade na região do colo, de modo a não poderem ser arrancadas totalmente do solo.
As plantas daninhas podem ainda ser anuais, bianuais ou perenes; herbáceas, sub-arbustivas, arbustivas, arbóreas, trepadeiras e epífitas; exóticas ou nativas; terrestres aquáticas ou parasitas, enfim, tamanha variação causa grandes dificuldades em seu manejo.
Abaixo listagem de algumas
espécies de maior destaque em nossas áreas agrícolas:
Listagem
das principais plantas daninhas existentes no Brasil Fonte: MAPA (2008)
Links relacionados:
WeedScience - International Survey
of Herbicide Resistant Weeds
Sistema Agrofit - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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